Eu deixarei que morra em mim o desejo de amar os teus olhos que sao doces
Porque nada te poderei dar senao a mágoa de me veres eternamente exausto.
No entanto a tua presença é qualuqer coisa como a luz e a vida
E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e em minha voz,a tua voz.
Nao te quero ter porque em meu ser tudo estaria terminado.
Quero só que surjas em mim como a fé nos desesperados
Para que eu possa levar uma gota de orvalho nesta terra amaldiçoada
Que ficou sobre a minha carne como uma nódoa do passado.
Eu deixarei...tu irás e encostarás a tua face em outra face
Teus dedos entrelaçarão outros dedos e tu desabrocharás para a madrugada
Mas tu nao saberás que quem te colheu fui eu,porque eu fui o grande íntimo da noite
Porque meus dedos enlaçaram os dedos da névoa suspensos no espaço
E eu trouxe até mim a misteriosa essência do teu abandono de sordenado.
Eu ficarei só como os veleiros nos portos silenciosos.
Mas eu te possuirei mais que ninguém porque poderei partir
E todas as lamentações do mar,do vento,do céu,das aves,das estrelas
Serão a tua voz presente,a tua voz ausente,a tua voz serenizada.
- Meu ponto de Paz *
- Sejam Bem vindos !
O Nosso Ponto de Paz .
Quem sou eu
- - Ponto de Paz
- - Sejam bem vindas em meu blog,que são de voces também. Aqui postarei alguns textos de reflexão,que ajudam muito o nosso dia-a-dia. Receitas,muito praticas e o que é melhor,baratas !. Dicas de maquiagem,de todas as estaçoes,tudo que é direcionado a beleza e bem estar. E mais uma vez,Sejam muito Bem vindos (as) !.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Vinicus de Moraes - Ternura.
Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora meu amor,seja uma velha cançao nos teus ouvidos
Das horas que passei á sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos veus da alma...
É um sossego,uma canção,um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses queita,muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade
O olhar extático da aurora.
Embora meu amor,seja uma velha cançao nos teus ouvidos
Das horas que passei á sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos veus da alma...
É um sossego,uma canção,um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses queita,muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade
O olhar extático da aurora.
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